Papapa, novo clipe do Mombojó no mundo do Jaspion
13.07.2010Genial esse clipe do Mombojó!
Genial esse clipe do Mombojó!
É… final de ano, todo mundo resolve fazer sua lista definitiva de melhores discos, melhores músicas, melhores filmes, maiores micos blá blá blá, blá blá blá wiskas sachet.
Eu não proponho uma lista definitiva, não seria tão imprudente. É apenas a minha lista, do meu ponto de vista, do que escutei e descobri em 2008. Também só farei lista de músicas e discos, porque de livros, e principalmente de filmes e micos eu estive meio out este ano.
Separei vinte discos que achei que foram importantes em 2008, alguns foram lançados em 2007, mas só tiveram tempo pra repercutir em 2008. OBack to Black da Amy Winehouse bem que merecia estar nessa lista, mas foi oficialmente lançado em 2006 e achei que seria injusto ele aparecer aqui. Outro disco que também mereceria estar na lista mas não coloquei foi o Live at Hanói Studio da banda carioca Do Amor, pois é um lançamento apenas de internet, achei que não valia (se acharem que fui injusto me falem), mas a gente espera pra 2009 o primeiro oficialzão dos caras. Parece que dei preferência aos brasileiros, mas não foi, escutei Beck, MGMT, Oasis, Supergrass entre outros, mas acho que ficaram devendo aos vinte discos que escolhi.
20
O rei da cultura/ Péricles Cavalcanti (2007)
Péricles Cavalcanti merecia maior atenção na mídia. Entre reggaes e sambas o disco do carioca é mais pop do que podem supor ouvidos desavisados. Porto Alegre (nos braços de Calipso), música que fez sucesso em 2008 na voz de Adriana Calcanhotto, aparece aqui muito bem interpretada na voz do autor.
19
Sonantes/ Sonantes (2008)
Todos esperavam para 2008 o segundo disco da cantora Céu. A moça driblou todo mundo, se juntou a Dengue e Pupillo da Nação Zumbi e os irmãos Amabis e fizeram um discão.
18
Doces Cariocas/
Doces Cariocas (2008)
O casal Pierre Aderne e Alexia Bomtempo com Marcelo Costa Santos chamou uma galera pra criar essa doçura em forma de despretenção carioca de sarau, luau… iguaria delicada, simples e principalmente deliciosa.
17
MTV Apresenta: Sintonizando Recife (2008)
Já era tempo, podemos até dizer que demorou demais. 3naMassa, Maquinado, China e Mombojó entre outros bolos-de-rolo pernambucanos deviam estar sendo apresentados ao grande público a muito mais tempo. Quem conhece também sabe que faltaram muitos nomes nessa pequena seleção feita pela MTV.
16
Little Joy/ Little Joy (2008)
Todos criaram milhões de espectativas bobas em cima dos trabalhos posteriores dos Ex-Hermanos. Eles só queriam continuar fazendo música, livremente, ninguém devia esperar mais do mesmo, nem grandes obras-primas. Mas o Little Joy consegue uma sonoridade retrô que cai muito bem no som do carro, numa estrada…
15
É tempo de amar/ Zé Renato (2008)
Ninguém imaginava o vocalista do Boca Livre, pesquisador do bom samba, relendo as besteiras da Jovem Guarda. Mas que besteiras que nada! Aquilo tudo é uma delícia, e Zé Renato sabe bem disso, só deu um toque pessoal (leia-se requintado) ao universo juvenil de Roberto e compania.
14
Mallu Magalhães/ Mallu Magalhães (2008)
Ofuscada pelas fofocas em torno da sua vida pessoal, depois que tanto se escutou as demos da menina no MySpace, que tantou se escutou no comercial de televisão, na hora que ela apresenta a obra pronta, lapidada, parece que ninguém se interessou tanto. Mas quem prestar atenção vai ver que temos um disco de qualidade e um futuro promissor, isso se ela souber driblar toda essa besteirada secundária da dura vida de um artista.
13
Sou/ Marcelo Camelo (2008)
Bom disco do Camelo, falta talvez uma vibe roqueira, mas talvez isso que ele tenha tentado evitar mesmo, tudo bem. Copacabana e a brega e linda Doce solidão compensam.
12
Estandarte/ Skank (2008)
Depois de quase afundar com dois discos irregulares o Skank vai ao estúdio, volta a tocar como banda e faz um disco de dar gosto de ouvir, como Maquinarama ou Samba Poconé.
11
Uma prova de amor/ Zeca Pagodinho (2008)
Mas uma reerguida. Mesmo com dois belos registros de Acústico MTV Zeca não apresentava um disco de inéditas de altíssima (porque alta ele quase sempre faz) desde 1998. E terminando então com João Donato virou clássico instantâneo.
Aguardem mais um post com o resto dessa minha humilde lista pessoal.